“Amanhã à meia-noite volto a nascer. Você também. Que seja suave, perfumado nosso parto entre ervas na manjedoura. Que sejamos doces com nossa mãe Gaia, que anda morrendo de morte matada por nós. Façamos um brinde a todas as coisas que o Senhor pôs na Terra para nosso deleite e terror. Brindemos à Vida — talvez seja esse o nome daquele cara, e não o que você imaginou. Embora sejam iguais. Sinônimos, indissociáveis. Feliz, feliz Natal. Merecemos.”
(Última carta para além dos muros, in: Pequenas Epifanias, Caio Fernando Abreu)
Mês: dezembro 2017
A Caderneta Vermelha, Antoine Laurain
A Caderneta Vermelha, Antoine Laurain – fotos do encontro
Encontro do dia 07/12/2017






























