A Irmã de Ana Bolena

 

 

 

Nome: A Irmã de Ana Bolena
Autor: Philippa Gregory
Tradução: Ana Luiza Borges
Ano: 2001
Data do encontro: 02/08/2018
Apresentação por:  Ana Lima

Apresentação por Ana Lima

“A Irmã de Ana Bolena” aborda um período da historia da Inglaterra que vai de 1521 até 1527, durante o reinado de Henrique VIII.

Trata-se de um Romance Histórico Pós Moderno, onde Maria Bolena, irmã de Ana Bolena é o narrador-personagem.

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REUNIÃO DO MÊS DE AGOSTO DE 2018

DATA: 02 de agosto

PRESENÇA: Ana Lima, Andyara, Alice, Ana Brandalise, Andreia Cordeiro, Bia Dornelles, Inocência, Marilena, Maria Célia, Teresa Lírio, Regina e Masumi.

Feita a votação  para o próximo mês, o livro “NUNCA HOUVE UM CASTELO”, de Martha Batalha foi escolhido, com 8 votos a favor.

Reunião do mês de setembro: 13/09, segunda quinta-feira do mês.

Ana Lima fez uma  exposição detalhada sobre o tipo de romance e sua escritora;  sobre o rei Henrique VIII, sua vida e costumes; sobre Maria Bolena e  Ana Bolena, seus envolvimentos com o rei, sobre as consequências advindas à vida política e religiosa da Inglaterra.

Após a animada Roda de Fogo, passou-se ao delicioso lanche.

 

A Fogueira das Vaidades

 

 

 

 

Nome: A Fogueira das Vaidades
Autor: Tom Wolfe
Tradução: Lia Alvarenga-Wyler
Ano: 1987
Data do encontro: 05/07/2018
Apresentação por:  Karla, Andyara e Vera Correa

1.  Registro geral da reunião em 5 de julho de 2018, feito por Andréia Cordeiro
Estavam presentes Marlis, Andyara, Regina Moura, Vera C., Ana Brandalise, Luzimar, Inocência, Ana Lima, Marilena, Andréia, Luciana Leão, Marília, Renilda e Karla que gentilmente cedeu sua casa para o encontro.
Iniciou-se com a votação do livro a ser lido para o mês de agosto, dia 02. O eleito, por 6 votos, foi A Irmã de Ana Bolena, de autoria de Philippa Gregory, contra 5 votos ao livro Nunca Houve um Castelo, de Martha Batalha.
Após, passou-se à discussão do livro A Fogueira das Vaidades. Andyara trouxe informações da vida, obra e características do autor Tom Wolfe. Vera C. discorreu sobre o estilo do livro: jornalismo literário. Ana Lima mostrou críticas diversas ao livro.
A famosa roda de fogo foi substituída por um bate papo mais íntimo e informal, com trocas de impressões, “réplicas” e “tréplicas” entre as presentes. No geral, as opiniões foram positivas sobre o livro.
O delicioso lanche foi oferecido por Karla, Ana B., Marlis.
2. Notas sobre o autor, carreira e obra, por Andyara
3. Gênero literário de A FOGUEIRA DAS VAIDADES, de Tom Wolfe, compilação de textos por Vera Guimarães
O livro se enquadra na categoria de Jornalismo Literário, que também pode ser chamado de Literatura não-ficcional, Não-ficção criativa, Literatura da realidade, Jornalismo em profundidade, Jornalismo Diversional, Reportagem-ensaio, Jornalismo de Autor.
New Journalism
4. Críticas diversas ao livro, retiradas da internet e apresentadas por Ana Lima
5. A tradutora de A FOGUEIRA DAS VAIDADES é Lia Wyler
Devido a sua importância na atividade editorial, a partir de agora destacaremos sempre a figura de tradutores/tradutoras, profissionais que nos abrem as portas da narrativa escrita em língua estrangeira.
Lia Wyler nasceu em 1934 e está em plena atividade.
6. Link para as fotos da reunião feitas por Karla e Ana Brandalise

O Perfume da Folha de Chá

 

 

 

 

 

Nome: O Perfume da Folha de Chá
Autor: Dinah Jefferies
Ano: 2015
Data do encontro: 14/06/2018
Apresentação por:  Andréia e Renilda

Resumo da reunião do dia 14 junho 2018
feito por Vera Correa

Presenças: Ana Brandalise, Ana Lima, Andreia, Andyara, Bia Dornelles, Karla, Inocência, Maria Célia, Marilena, Marília, Masumi, Regina Moura, Renilda, Rosete, T Acioly, Vera e Zezé. Continuar lendo

Imersão no universo e na obra de Guimarães Rosa

Por Vera Guimarães Correa

Maio/Junho de 2018

Nasci na boca do sertão, em Sete Lagoas, MG, pertinho de Cordisburgo e Paraopeba, terra de meu pai.
Ainda na infância, ouvia falar de escritor da região, o Guimarães Rosa, nosso parente distante. No curso de Letras, passamos por ele, que achei difícil. Alguns anos e várias tentativas depois, me apaixonei por sua escrita.

Mas a definitiva descoberta aconteceu quando OUVI textos dele. G. Rosa se revela na oralidade.

Nesses links abaixo estão meus primeiros contatos com narração de seus textos, o relato de Dôra Guimaraes sobre essa atividade de contar histórias e um breve registro da vinda dela ao nosso clube de leitura.

Pelas minas e pelos gerais

http://primeirafonte.blogspot.com/2011/08/pindorama-10-0-0-s-55-0-0-w_10.html

https://livroseraquetes.wordpress.com/2013/11/28/guimaraes-rosa-na-voz-de-dora-guimaraes/#more-749

Fiz outras tentativas de OUVIR G. Rosa. Quis ir a alguma Semana Roseana que ocorre todos os anos em julho, lá em Cordisburgo. http://www.museus.gov.br/a-crianca-na-obra-de-guimaraes-rosa/

Mas é difícil encontrar acomodação nessa época e acabei desistindo.

Até que recentemente vi numa página do facebook, a Paleta Cultural, uma “empresa de turismo educacional”, que eles estavam organizando esse evento a que fui. Assisti a alguns vídeos na página, me interessei e me inscrevi. No dia 31 de maio me juntei aos organizadores, professores e cerca de 60 alunos do Sistema Anglo de Ensino, de SP.

A cada dia, saíamos das pousadas para caminhadas eco literárias, parando em lugar significativo e pertinente ao trecho a ser narrado, como, por exemplo, a estação ferroviária, um “retiro” (pequeno sitio), um riacho, uma árvore, uma capela, uma formação rochosa… O grupo de professores era formado por um geólogo, um biólogo, um professor de História, mais um especializado em arte e um professor de literatura.

Nessa altura, já estávamos acompanhados do grupo Caminhos do Sertão, formado por narradores, atores, poetas, cantores e compositores locais, três rapazes e três moças, especializados na obra de G. Rosa. Vejam a página desse grupo no facebook e aqui https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=5&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjqpebD4LrbAhXEhpAKHRaDD3EQFgg8MAQ&url=https%3A%2F%2Fwww.cordisnoticias.com.br%2F2017%2F05%2Fgrupo-caminhos-do-sertao-e-as.html&usg=AOvVaw2-JdcFiixtaTDf6zwvVTWS e em outros resultados de pesquisa no google.

Cada trecho narrado era precedido de uma breve contextualização, ora feita pelo mentor do grupo de narradores, ora por algum professor, dependendo do caso.

Aí começava o encantamento: o violeiro tocava e cantava uma canção alusiva ao texto, seja do nosso cancioneiro ou composta por ele, e entrava o narrador.

Difícil explicar a magia de ouvir G. Rosa. Quem teve a oportunidade de estar com Dora Guimaraes tem uma ideia do que seja. Agora imaginem isso acontecendo no ambiente verdadeiro onde se passaram esses casos! Ríamos e chorávamos!

Ainda tivemos a oportunidade de acompanhar a encenação de SARAPALHA, a mesma que o grupo levou a São Paulo recentemente. https://www.cordisnoticias.com.br/2018/05/caminhos-do-sertao-se-apresenta-em-sao.html

Foram três dias de caminhadas por trilhas, poeirão, estradinhas, subidas e descidas, beira de córregos.

Já me sinto satisfeita e pronta para, daqui para a frente, ler G. Rosa ouvindo as vozes, sotaque e inflexões de crianças, coronéis, vaqueiros, roceiros, romeiros, curandeiros, loucos, fracos, mulheres da-vida, sofridas, perdidas…

Acho que não somos mais os mesmos. Travessia…