A Pedra

Nome: 1984
Autor: George Orwell
Ano: 1948
Data do encontro: 26/11/2021

Nome: A Pedra
Autor: Inocência Mota
Ano: 2021
Data do encontro: 29/10/2021

Luciana iniciou a reunião dando as boas-vindas a todas e expressando a imensa satisfação de estarmos retomando os encontros da Sociedade Literária Livros e Raquetes, após quase dois anos, com o debate do livro de uma integrante de nosso grupo de leitura. Estávamos muito felizes por retomar essa atividade que desde 2012 nos estimula a ler e a compartilhar nossas diferentes impressões. Recebemos com entusiasmo as duas novas leitoras – Odila e Suely.

Inocência se propôs a falar sobre a experiência de escrever esse livro durante a pandemia, mas atendendo a pedidos, falou também sobre sua história de vida e sobre os acontecimentos que marcaram sua trajetória como escritora.

Apresentação da Inocência. Clique aqui https://livroseraquetes.com/wp-content/uploads/2021/11/a-pedra.pdf
Ouvimos um relato impactante que nos deixou a todas sensibilizadas com a capacidade de nossa colega de enfrentar as dificuldades e superá-las, com sua persistência em lutar por seus desejos, e com sua determinação em estudar e se desenvolver. Com sensibilidade, inteligência e coragem construiu uma vida profissional de importantes realizações, e uma família amorosa, juntamente com seu marido, companheiro há mais de 50 anos.

Renilda fez um resumo e uma análise literária da obra, ressaltando as qualidades positivas do livro e da autora. https://livroseraquetes.com/wp-content/uploads/2021/11/resenha-a-pedra-4.pdf

Contamos também com os comentários de Sandra Fayad enviados por Inocência. https://livroseraquetes.com/wp-content/uploads/2021/11/a-pedra-opiniacc83o.pdf

A palavra, como de costume, circulou entre todas, sendo consenso a admiração pela sensibilidade da autora, e por sua coragem de se apresentar com suas experiências e afetos, nos episódios relatados. Falou-se que o livro trazia a questão da subjetividade x objetividade. De forma singela, Inocência nos contou uma história em que vemos claramente que o significado de nossos objetos de desejo é expressão da singularidade, de nossa história de vida e de nossas motivações. Cada uma de nós terá suas próprias “pedras preciosas”. Coisas, ideias, preferências, valores… Também falamos de como a pedra foi dotada de afetos e pensamentos. A autora e a pedra fizeram um vínculo, e daí muita conversa surgiu. Aliás, essa foi a questão mais debatida. Existiria mesmo essa pedra? Seria um objeto inanimado? Mas era tão animado…até alma tinha! Com tantas características humanas, seria uma pessoa específica? Seria a própria autora? Ou como sugeriu uma colega, representaria a presença dos muitos encontros e experiências vividas na interação afetiva e social. Essa pedra realmente tem qualidades humanas!!!
Bom, ficamos com as conjeturas; claro que a autora não nos matou a curiosidade. Agora somos muitas a guardar essa preciosa pedra com carinho, na esperança que ela própria venha a nos responder.
Encerramos esse encontro tão especial com Rosete interpretando a poesia de sua autoria “Março de 1960”, publicada no livro “Mulheres que amam Brasília”.

Estavam presentes: Inocência, Maria Conceição, Marilena, Rosete, Terezinha Acioly, Clea, Odila, Suely Amorim, Rosangela, Cleusa, Renilda, Maria Célia, Luciana, Ana Lima, Alice, Teresa Lírio, Vera e Ana Brandalise.

Registro por Teresa Lírio

Para ver as fotos: fotos do encontro

4 comentários sobre “A Pedra

  1. Nao pude ficar até o fim.
    Abraços a todas! Bem-vindas as novatas.

    Inocência, li seu livro com deleite. Curiosa com o próximo! Ficção? Você tem a pegada, pois tem coragem, como disseram algumas.
    Sobre o tamanho: hoje meu neto de 7 anos pegou o livro, falou da capa, para ele era sol nascendo. Perguntou da história. Resumi. Ele Disse que era um livro grande. E me demonstrou: folheou-o todo e me mostrou: “Olha aqui: 116 páginas!”
    Mais que tudo o livro contém promessa de mais e mais histórias!
    Beijo

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