1984

Nome: 1984
Autor: George Orwell
Ano: 1948
Data do encontro: 26/11/2021

Nome: 1984
Autor: George Orwell
Ano: 1948
Data do encontro: 26/11/2021
Apresentação por: Rosete e Luciana

A reunião foi muito animada discutindo o controverso livro “1984”.

Rosete fez uma apresentação impecável e muito completa. Expos minuciosamente a contextualização, os detalhes e questionamentos que Orwell nos trouxe. Foi unanimidade que é um livro polêmico e que nos traz muitas perguntas. A explanação da apresentadora nos ajudou muito a compreender sua complexidade. Houve consenso que apesar do tempo em que foi editado é mais atual que nunca. Realmente um clássico.
Parabéns, Rosete e Luciana!

Confira a análise completa feita por Rosete: 1984

Luciana foi responsável pela ótima apresentação dos slides projetados. Para ver clique aqui: https://livroseraquetes.com/wp-content/uploads/2021/11/1984-george-orwell.ppt

Estavam presentes na reunião: Luciana, Rosete, Marília, Marilena, Teresa, Ana Lima, Odila, Anna Cristina, Cosete, Maria Conceição, Terezinha Acioly, Suely Amorim e Ana Brandalise.

Para ver as fotos do encontro: 1984- Fotos do Encontro

Deliberacões:

O próximo livro a ser discutido em 16/12/2021 será: “Niketche – uma história de poligamia” de Paulina Chiziane.

As responsáveis pela coordenação da reunião continuam sendo as aniversariantes do mês. Poderão escolher o formato que desejarem.

O lanche será feito por voluntárias.

Para quem quiser ler mais sobre 1984:

Carta de George Orwell explica 1984: https://www.revistaprosaversoearte.com/carta-de-george-orwell-explica-1984/?fbclid=IwAR0Tycfw_PgOhOlnz2uw6vxUed36TsYuj0YCi4xezsFPI3cGUmGuQ3Cf6Z8

A Pedra

Nome: 1984
Autor: George Orwell
Ano: 1948
Data do encontro: 26/11/2021

Nome: A Pedra
Autor: Inocência Mota
Ano: 2021
Data do encontro: 29/10/2021

Luciana iniciou a reunião dando as boas-vindas a todas e expressando a imensa satisfação de estarmos retomando os encontros da Sociedade Literária Livros e Raquetes, após quase dois anos, com o debate do livro de uma integrante de nosso grupo de leitura. Estávamos muito felizes por retomar essa atividade que desde 2012 nos estimula a ler e a compartilhar nossas diferentes impressões. Recebemos com entusiasmo as duas novas leitoras – Odila e Suely.

Inocência se propôs a falar sobre a experiência de escrever esse livro durante a pandemia, mas atendendo a pedidos, falou também sobre sua história de vida e sobre os acontecimentos que marcaram sua trajetória como escritora.

Apresentação da Inocência. Clique aqui https://livroseraquetes.com/wp-content/uploads/2021/11/a-pedra.pdf
Ouvimos um relato impactante que nos deixou a todas sensibilizadas com a capacidade de nossa colega de enfrentar as dificuldades e superá-las, com sua persistência em lutar por seus desejos, e com sua determinação em estudar e se desenvolver. Com sensibilidade, inteligência e coragem construiu uma vida profissional de importantes realizações, e uma família amorosa, juntamente com seu marido, companheiro há mais de 50 anos.

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Trecho de “Solo de Clarineta”, de Érico Veríssimo.

Enviado por Vírginia.

“Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam “carneado”. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida? (…)
Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.”
Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Março de 1960

Por Rosete Ramos de Carvalho

Me assustei Ao pisar no teu barro
Tudo vermelho e diferente dos pampas gaúchos

Me apavorei com o cheiro do teu piche
No outro dia era uma pista que me levava ao conhecimento

Me encantei com teu traçado de cidade
E aprendi que casas e ruas eram reconhecidas por letras e números

Me surpreendi com teu crescimento vertiginoso
Num dia eras vila no outro eras cidade

Me entreguei ao teu jeito reto de avenidas e curvo de saídas

Me apaixonei por ti Brasília dos anos 60
Me rendi a ti Brasília dos anos 90
Me incorporei a ti Brasília de 2020 .

Antonio

Nome: Antonio
Autor: Beatriz Bracher
Ano: 2007
Data do encontro: 05/03/2020
Apresentação por: Maria Célia

Por Inocência

A reunião do dia. sobre o livro Antonio, de Beatriz Bracher, contou com a presença de: Andyara, Teresa Lirio, Marilena, Marília, Terezinha Acioly, Maria Célia e Inocência.

Foi relembrada a data da próxima reunião que será dia 2 de abril.

Em seguida passou-se à votação da próxima obra que será lida. A obra vencedora foi Um hotel na Esquina do Tempo, de Jamie Ford.

Logo após, Andyara pediu a palavra para colocar em pauta a discussão para se saber o motivo de a frequência estar tão baixa. Ventilou-se a hipótese de ser o motivo relacionado às obras escolhidas que, talvez, não tenham despertado interesse nas leitoras. Outro ponto em defesa da baixa frequência foi o fato de ser período de férias. Não se chegou à conclusão, mas restou o incentivo para mais pessoas apresentem sugestão de leitura.
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