O Apanhador no Campo de Centeio

 

 

 

 

Nome: O Apanhador no Campo de Centeio
Autor: J.D. Salinger
Ano: 1946
Tradução: Caetano W. Galindo
Data do encontro: 06/02/2020
Apresentação por: Andyara, Inocência, Marília e Teresa Lírio

Por Vera Correa

Apresentação do livro

. Inocência apresentou dados biográficos do autor, complementados por levantamentos feitos por outras leitoras, tal o interesse despertado pela vida e atitudes do J D Salinger. Para conferir clique no link O Apanhador no Campo de Centeio

. Teresa Lírio apresentou link de filme/documentário/entrevista com o autor J. D. Salinger https://www.youtube.com/watch?v=_JSFr7YdKLE

. Vera Correa apresentou artigos e considerações sobre o subgênero romance de formação. O ROMANCE DE FORMAÇÃO
A primeira tradução que é também do texto digital foi feita a seis mãos : Álvaro Alencar, Antônio Rocha e Jório Dauster.
Na nova edição, comemorativa dos aos 100 anos de nascimento de Salinger, a tradução é de Caetano W. Galindo.
Alguns links sobre a tradução:
https://www.google.com.br/amp/s/www1.folha.uol.com.br/amp/ilustrada/2019/06/apanhador-no-campo-de-centeio-que-ganha-nova-traducao-ajudou-a-criar-imagem-do-adolescente.shtml
https://todavialivros.com.br/visite-nossa-cozinha/o-apanhador-no-campo-de-centeio-carta-do-tradutor

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As Brasas

 

 

 

 

 


Nome:
As Brasas
Autor: Sándor Márai
Ano: 1942
Tradução: Rosa Freire D’Aguiar
Data do encontro: 05/12/2019
Apresentação por: Andyara, Conceição, Marilena e Rosete

Reunião comemorativa dos 7 anos do nosso grupo.

Rosete fez a apresentação do livro e seu contexto histórico. Também fez uma análise detalhada dos personagens e suas características e o quanto elas foram relevantes no desenrolar da trama. Para ver clique: Apresentação_As brasas_05.12.19

Marilena apresentou a biografia do autor e sua conturbada vida. Sándor Márai_ As Brasas

Andyara foi responsável pelos slides super elaborados que ilustraram a apresentação.

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O Voo da Guará Vermelha

 

 

 

 

 

Nome: O Voo da Guará Vermelha
Autor: Maria Valéria Rezende
Ano: 2005
Data do encontro: 07/11/2019

O livro agradou muito a todas, para várias pessoas foi dos melhores livros lidos, não apenas neste grupo, mas na vida.

Vera Corrêa considerou uma feliz coincidência que o livro escolhido para discussão no mês de aniversário deste grupo literário seja uma narrativa que valoriza tanto a contação de histórias, a memória, a leitura, o registro do passado para o presente e o futuro.
Transcreve aqui trechos do que uma amiga editora em Curitiba escreveu:
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A Revolução dos Bichos

 

 

 

 

 

Nome: A Revolução dos Bichos
Autor: George Orwell
Tradução:   Heitor Aquino Ferreira
Ano: 1945
Data do encontro: 03/10/2019

Por Vera correa e Ana Brandalise

O livro agradou a todas. Para várias, foi uma releitura que trouxe lembranças da juventude e reflexões novas, suscitadas pelo atual momento.

CONTRIBUIÇÕES:
Regina Moura falou sobre o autor e fez algumas análises do livro. clique aqui para ver A revolução dos bichos- Regina Moura

Vera Correa apresentou um artigo acadêmico sobre a tradução. A REVOLUÇÃO DOS BICHOS, DE GEORGE ORWELL: TRADUÇÃO E MANIPULAÇÃO DURANTE A
DITADURA MILITAR NO BRASIL
“Uma tradução literal do título poderia ser algo como “Fazenda dos Animais”. Dessa maneira, percebemos que houve uma considerável modificação no título ao levá-lo para o contexto brasileiro. A escolha do título A Revolução dos Bichos demonstra, de maneira clara, a manipulação da verdadeira informação contida no texto. A utilização de “revolução” ao título acabou por dar ao mesmo um caráter político que não estava presente no original. Isso ocorreu devido ao fato de que, como mencionado nos capítulos anteriores, em 1964, data de publicação da primeira edição desse livro no Brasil, os militares estavam preocupados com os rumos que estavam sendo tomados pelos governantes e com o socialismo liderado pela Rússia,
que poderia ganhar força dentro do território nacional. Sendo assim, a palavra “revolução” adquiria uma certa relevância no cotidiano brasileiro. “

Clique para acessar o Christian.pdf

Vera também indicou um artigo muito interessante sobre o livro: https://www.google.com.br/amp/s/www.culturagenial.com/a-revolucao-dos-bichos/amp/ . Vale ressaltar no final do artigo as adaptações cinematográficas.

Ana Brandalise nos forneceu suas anotações sobre significado dos porcos, algumas influências do livro e os personagens. Para conferir:A revolução dos bichos

Fotos do encontro no link:A Revolução dos Bichos – Fotos do Encontro
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Academia

Por Inocência M. Mota

Sinceramente, fazer academia não me atrai. Ficar suando, levantando peso, chorar repetições não é, decididamente, cardápio que goste de consumir. Fazer coisas necessárias, embora não prazerosas, é um, entretanto já incorporado na minha vida.  Por isso, segunda, quarta e sexta lá estou numa sala repleta de malhadoras suando, e eu quase me arrebentando.

Posiciono-me bem atrás, inicialmente com o objetivo mesmo de me esconder. Hoje, a necessidade de me manter invisível desapareceu, mas o lugar cativo permanece.  De lá do meu quadrado, olhar as malhadoras é um estímulo.  Elas não são malhadoras, são malhadas. Todas com o corpo “tudo em cima”.

Observar aquele ballet é bom. Sincronia e determinação, embora umas carreguem dez quilos, outros se esforçam com apenas um.

Fundamentada em Lavoisier, vou copiando uma ou outra malhadora. Não sei olhar no espelho, mas isso é importante, algumas me asseveram. Cheguei à conclusão que sim, e resolvi aprender a enfrentá-lo.

Sobre o colchão, fazendo exercícios para glúteo e pernas, escolho “uma menina”, extraída de dentro do espelho, para acompanhar os movimentos. Pareceu-me que estava fazendo tudo certinho. Decidi segui-la.

Meus pensamentos, viajantes velozes e inconsequentes, vieram e me levaram dali. Quando voltei e encarei a malhadora que estava seguindo, observei que “a menina” fazia tudo errado, em grande afronta ao ballet orquestrado. Tenho que optar por outra, pois essa daí não dá não.

E, entre a alternância dos movimentos, tentando eleger quem eu deveria seguir, percebi para meu desencanto, que “a menina” que fazia tudo errado era nada mais nada menos do que EU MESMA.

Não ria. Essa escolha ocorreu apenas entre duas gotas de suor.