O Estrangeiro

Nome: O Estrangeiro
Autor: Albert Camus
Tradutor: Valerie Rumjanek
Ano: 1942
Data do encontro: 13/06/2024
Apresentação: Flávia e Rosete

O Estrangeiro de Albert Camus, uma das obras que serviu de sustentação para a teoria do Absurdo, foi o livro que a Sociedade Livros e Raquetes teve o prazer de discutir neste mês dos belos arraiais juninos. 

Inicialmente a obra não foi muito aceita pela crítica, mas depois passa a ser considerada o primeiro clássico pós-guerra. Em poucas páginas Camus cria um personagem cujo comportamento provoca uma profunda reflexão sobre a existência humana.

De um modo geral, a obra foi muito bem apreciadas pelas leitoras que apresentaram interpretações diversas, mas todas apaixonadas por Camus.

A Rosete apresentou sobre o livro e a obra do autor: Escritor, filósofo, jornalista e teatrólogo

Flávia fez a contextualização histórica e religiosa do livro: Considero o livro uma obra magnifica

Após a explanação da Rosete e Flávia houve várias contribuições, fruto de pesquisa e reflexões, tais como:

Odila: O nome Mersault, salto do rato foi escolhido…

Regina: Um protagonista onde a indiferença…

Ana Brandalise: Camus é conhecido popularmente como o filósofo do absurdo.

Inocência: A obra é instigante na medida em que a apatia do personagem

Linair: Albert Camus foi um franco-argelino…

Teresa Lírio enviou o documentário: Sartre e Camus uma amizade rompida.

Link: https://www.primevideo.com/-/pt/detail/Sartre-e-Camus-Uma-Amizade-Rompida/0FDGER8W67DHXGBBDULODU82RA

Márcia Mazo: observações sobre “O estrangeiro”

Participantes 

  1. Adivany 
  2. Aline Said 
  3. Ana Brandalise 
  4. Andyara 
  5. Cléa 
  6. Cosete 
  7. Eunice 
  8. Flávia Luz 
  9. Inocência Mota 
  10. Linair 
  11. Luciana 
  12. Maria Célia 
  13. Marilena 
  14. Marília 
  15. Odila 
  16. Regina Moura 
  17. Rosângela 
  18. Rosete 
  19. Solange 
  20. Sueli Carneiro 
  21. Tereza Lírio 
  22. Terezinha Acioly 

Para ver as imagens do nosso encontro: FOTOS

Próximo encontro será no dia 04.07.2024 e o livro escolhido é Amores, Marias, Mares, de Chico Fonseca.

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