Nome: A elegância do ouriço |
Leia os textos apresentados por Maria José e Karla Haje clicando abaixo:
Nome: A Morte de Ivan Ilitch |
Um pequeno resumo da história da Rússia na época em que foi escrito o livro podemos ver no video abaixo:
https://vimeo.com/user55719366/review/314064326/10eba05fa4
Fotos de Regina Moura na casa de Tolstoi:
Para ver as fotos do encontro:https://livroseraquetes.wordpress.com/2017/06/07/a-morte-de-ivan-ilitch-fotos-do-encontro/
Nome: Incidente em Antares |
INCIDENTE EM ANTARES, DE ERICO VERISSIMO
Por Masumi
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Por Vera Correa
O Modernismo foi um movimento cultural, artístico e literário da primeira metade do século XX.
Na literatura brasileira, teve como marco inicial a Semana de Arte Moderna, em 1922, marcado pela efervescência de novas ideias e modelos.
O Modernismo surge num momento de insatisfação política no Brasil, com reflexo no campo das artes, daí a motivação para romper com o tradicionalismo.
Primeira Fase do Modernismo (1922-1930)
Conhecida como a “Fase Heróica”, radical, publicação de revistas e manifestos e formação de grupos.
Segunda Fase do Modernismo (1930-1945)
Chamada de “Fase de Consolidação”, momento caracterizado por temáticas nacionalistas e regionalistas com predomínio da prosa de ficção.
É um momento de amadurecimento.
Terceira Fase do Modernismo (1945- 1980) ou até os dias atuais.
Diversidade: prosa urbana, regionalista, intimista.
Romance Urbano
Retrato da vida da pequena burguesia por meio de uma visão lírica, crítica, com linguagem tradicional e otimismo. As principais obras desta época são “Caminhos Cruzados”, “Clarissa” e “Olhai os Lírios do Campo”.
Romance Histórico
Sua grande obra dessa fase, a trilogia “O Tempo e o Vento”, retratou duzentos anos de formação do Rio Grande do Sul.
Romance Político Os livros dessa fase retratam o período da ditadura militar, o autoritarismo e as violações dos direitos humanos. As obras destaque são “O Senhor Embaixador” e “Incidente em Antares”.
De 1971, último romance de Erico Verissimo. Modernista. Claramente político. Panorama sócio-político do Brasil contemporâneo.
Foco narrativo
Terceira pessoa, narrador onisciente e onipresente. Porém há intercalação de outros supostos narradores. Simulação de transcrições de pseudo-autores.
Linguagem/Estilo
Mescla de ficção e história. Sarcasmo, espírito crítico, ironia, caricatura de pessoas e instituições. Criação de termos com radicais gregos e latinos. Erudição – citações e referências. Poucos regionalismos.
Referência a teatro clássico. “A sátira menipéia é um gênero literário surgido ainda na Roma antiga, com autores como Luciano de Samósata (125-181). Alguns dos traços fundamentais da sátira menipéia são: o humor, a presença de mortos que se dirigem aos vivos, o tom filosofante e mudanças constantes de tom narrativo.” Coro.
Aspectos temáticos
Políticos – narrativa de mais de 100 anos. Nacionalismo, populismo, corrupção. Política desenvolvimentista, instalação do parque industrial. Formação de classe operária, lutas por salários, organização sindical. Repressão. Ditadura. Tortura.
Sociológicos – Antares como símbolo da sociedade brasileira. Conservadorismo. Patriarcalismo. Machismo. Preconceito e desprezo pelos pobres e diferentes. Religião tradicional fazendo vista grossa para desmandos e injustiças. Moralidade de fachada. Mercantilismo da medicina.
Grupos de personagens
Classe abastada e conservadora. Mulheres submissas (maioria). Esquerdistas. Ralé. Favela.
Se quiseres saber mais sobre Incidente em Antares veja em:
http://www.passeiweb.com/estudos/livros/incidente_em_antares
http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/incidente-em-antares.html
I Guerra Mundial 1914/1918
Conferência de Paz em Paris
Tratado de Versalhes
Salão dos Espelhos do Palácio de Versalhes – 28 jun 19
A minha participação neste encontro será conversar um pouco sobre o Tratado de Versalhes.
O Tratado foi o documento elaborado pelos países em guerra combinando o seu final e quais seriam as obrigações que caberiam a cada Estado beligerante.
Como se inicia e se encerra uma guerra
Um adágio diz que “todos sabem como começa uma discussão, mas ninguém sabe como ela vai acabar”. É o caso de uma guerra!
O seu início é:
– Declaração formal de Guerra motivada por interesses político-estratégicos e/ou econômicos (conquista de novos mercados, rotas comerciais, expansão territorial, busca de matérias primas, etc.)
Ela acaba quando:
– É feito um Acordo de Paz (quebra da vontade de lutar do adversário por falência de sua estrutura política e incapacidade de reação de suas forças militares).
Até hoje há países tecnicamente em guerra como as Coreias do Sul e do Norte, v.g.
O Tratado de Versalhes tratou disso.
Participantes
– Vencedores da I Guerra Mundial (Grã-Bretanha, França, Rússia, Itália, Japão e EUA) X Império Alemão, Império Austro-Húngaro, Império Otomano e Bulgária.
– Assinaram 32 nações. As principais foram:
Alemanha, Chanceler Hermann Müller;
França,1º Ministro Clemenceau;
Grã-Bretanha, 1º Ministro Lloyd George,
EUA, Presidente Woodrow Wilson
Falando um pouco de cada envolvido sem entrar em muitos detalhes:
Tríplice Aliança
– Império Alemão (Reich) – Nação proeminente, envolvia as demais por suas atitudes hegemônicas e expansionistas.
– Império Austro-húngaro – sob forte influência do Reich, pivô do início do conflito por ter seu herdeiro, Príncipe Francisco Ferdinando, sido assassinado na Sérvia.
– Itália – retira-se da Aliança, antes da guerra, por não concordar com a decisão do Império Austro-Húngaro de invadir a Sérvia.
Tríplice Entente
– França – maiores prejudicadas, a França e a Bélgica, palcos das batalhas de Guerra de Trincheiras, tiveram o supremo desgaste humano, sua infraestrutura destruída e quase 2 dos 10 milhões de vidas perdidas entre militares e civis. Principal motivo pelo qual a França era menos complacente na formulação das imposições feitas pelo tratado aos derrotados. Escolheu o mesmo Palácio do Acordo de 1871 (Guerra Franco-Prussiana) quando a França teve que ceder a Alsacia e a Lorena para o Império Alemão.
– Império Britânico – vinha do período vitoriano para uma gestão menos progressista com Eduardo VII. As potências europeias primavam pelo rearmamento e a busca de novos mercados mundiais e matéria prima. Era latente o receio da competição desenvolvimentista com a Alemanha. O Reino Unido tinha o maior poder naval europeu e buscou acordos defensivos com a França, e a Rússia formando a Tríplice Entente.
Estados Unidos
Despontando como uma liderança mundial, os EUA mantiveram-se, enquanto puderam, em sua zona de conforto adotando uma política de “Portas Abertas”, priorizando seus interesses econômicos, mas favorecendo a Tríplice Entente.
Com a saída da Rússia do conflito, a possibilidade do avanço alemão sobre o território francês e o ataque alemão aos navios americanos, os EUA declararam guerra à Tríplice Aliança.
O papel do Presidente Woodrow Wilson para o final do conflito mundial – proposta dos “Quatorze Pontos”. Propunha as bases para a paz com a reorganização das relações internacionais ao fim da Primeira Guerra Mundial, e o pacto para a criação da Sociedade das Nações. Advogava uma “Paz sem Vencedores” com sanções mais amenas aos vencidos. A França foi irremediavelmente contra.
O Congresso americano não ratificou o Tratado de Versalhes e os EUA, posteriormente assinaram acordo em separado com a Alemanha.
Fim do Conflito Armado
Os seguintes acontecimentos aceleraram o encerramento da já longa guerra (1914/1918):
Entrada dos EUA na guerra; toda a potente indústria americana a favor e seu efetivo militar;
Saída da Rússia (Revolução Bolchevista de 17); forçou a decisão estratégica americana em participar do conflito;
Abandono do Kaiser e o controle dos militares; reconhecimento da incapacidade de permanecer combatendo o adversário;
Situação econômica frágil dos beligerantes e consequente instabilidade interna principalmente dos Impérios Centrais e o
Extremo sacrifício e perdas humanas.
Assim foi assinado o Armistício de Campiège, em 1918 firmando o fim do combate.
Principais condições impostas pelo Tratado de Versalhes
– Responsabilidade única da Alemanha por todas as perdas e danos.
– Cessão territorial para vizinhos (França, Bélgica, Dinamarca, Polônia e Checoslováquia, entre outros) e perda de todas as colônias de além mar.
– Reparações de guerra (indenização de 33 Mi US$, ou 132 bilhões de marcos – cifras finais). Em 2010 foi paga a última parcela de 70 milhões de euros (R$ 162,6 milhões) encerrando uma história que durou quase 100 anos
– Manutenção da supremacia militar (Exército reduzido), exigência de governos democráticos com o banimento das tradicionais elites reais.
Ambiente pós-guerra
Como consequência:
– A República de Weimar surge pela entrega do poder da elite militar alemã ao Partido Democrata que assume os ônus de negociar a paz. Após período de instabilidade seguindo um curto período de relativa estabilidade, a crise econômica mundial (Crise de 1929) dá margem aos grupos insatisfeitos de encontrarem o melhor terreno para sua expansão e a possibilidade do crescimento do Partido Nazista.
– As imposições do tratado de Versalhes foram consideradas inaceitáveis (“Diktat”) pela direita alemã. O clima de fracasso e descontentamento do povo alemão e a humilhação contribuiu para a queda do governo em 1933 e ascensão do nazismo (Hitler) e criando condições para a eclosão da II GM
– Liga das Nações (abril de 1919 a 1946) precursora da ONU, foi criada no Tratado de Versalhes para arbitrar disputas internacionais e evitar futuras guerras. O sonho americano era a sua possibilidade de negociar Acordos de Paz entre seus participantes.
– Foi o fim da hegemonia do capitalismo e o início do socialismo sendo colocado em prática. Época de tensões sociais e políticas agravada com a ”Grande Depressão de 1929”.
E o Brasil?
– Mesmo sendo um País agrícola e pouco industrializado, foi o único representante latino-americano a entrar na I Guerra Mundial (Declaração de Guerra em outubro de 1917).
– Participou das operações nas seguintes operações:
– patrulha naval das costas brasileiras;
– ao integrar uma missão médica no Teatro de Operações europeu;
– ao enviar aviadores da Marinha e do Exército, junto à Força Aérea Real Britânica;
– integrando uma Esquadra Naval de patrulha no Mediterrâneo e,
– formando um contingente do Exército para atuar com o Exército francês.
– Em ressarcimento às suas perdas de guerra, obteve indenização pelo café perdido em embarcações afundadas e em armazéns em diversos portos marítimos e tomou posse de cerca de 70 navios alemães apreendidos em portos brasileiros.
– Com o encerramento da Guerra e o crescimento dos movimento sociais em voga no mundo, aqui também surgiram grupos e manifestações de inspirações diversas.
Para encerrar, como curiosidades:
– A família imperial brasileira, em exílio após a Proclamação da República, fato relativamente recente à época, pertencia à Casa de Habsburg, “Casa de Áustria”, família nobre europeia, cuja dinastia foi dissolvida após IGM. Maria Leopoldina, mãe de D Pedro II, pertencia a ela.
– A OIT foi criada como parte do Tratado de Versalhes no capítulo que tratava da Justiça Social. “Paz universal e permanente somente pode estar baseada na justiça social”. Getúlio Vargas aludiu ao Tratado para a criação da CLT.
– As guerras também trazem avanço tecnológico. A pesquisa de explosivos, armamentos, comunicações, melhores equipamentos médicos e meios mais eficientes de tratamento, resultaram em novos fertilizantes, aparelhos de Raio X portáteis, absorventes cirúrgicos, lâmpadas ultravioleta, melhoria da aviação e dos meios de comunicações e, infelizmente, também novos armamentos e gases mortais. Nesta semana mesmo, vimos nos diversos noticiários o uso do Sarin na Síria, gás letal proibido em tratados e convenções internacionais.
Mário C Corrêa
Brasília, 06 de abril de 2017
Nome: O fio da vida |
Resumo por Masumi
Para ver a apresentação clique aqui
LIVRO O FIO DA VIDA – Kate Atkinson
Inicialmente, Luciana falou sobre o livro “O Fio da Vida”, de Kate Atkinson, escritora inglesa premiada. O romance se passa em várias épocas, desde o inicio da Primeira Guerra Mundial até depois da Segunda Guerra. Tem como temas os horrores das guerras, o destino, vida, morte, família, aborto, adultério, solidariedade, suicídio, doença mental etc. Além dos personagens principais há mais de cem personagens secundários no livro.
Mario fez um resumo das guerras mundiais, seus conflitos, suas causas e consequências, países aliados e inimigos. Falou sobre o Tratado de Versalhes e a influência de Hitler no mundo, especialmente nos aspectos sociais, econômicos e geográficos. Veja clicando aqui.
Rosete apresentou as criações surgidas na época do romance e a influência das guerras na área da saúde, tais como o surgimento da Gripe Espanhola, causada pelo vírus H1N1, que matou aproximadamente 100 milhões de pessoas, mais do que as guerras mundiais. Falou sobre as doenças mentais, esquizofrenia e distúrbio dissociativo de identidade.
Teresa Lírio discorreu sobre as emoções e sobre a sensibilidade da personagem Ursula. Veja clicando aqui.
Para ver o resumo da reuniãohttps://livroseraquetes.wordpress.com/2017/04/21/2231/
As fotos de Vera Correa https://livroseraquetes.wordpress.com/2017/04/12/o-fio-da-vida-fotos-do-encontro-06042017/

Nome: A livraria mágica de Paris
Autor: Nina George
Ano: 2013
Título original: Das Lavendelzimmer
Data do encontro: 02/03/2016
Apresentação por: Maria Célia, Masumi,
Beatriz Dornelles e Ana Brandalise
Nina George, escritora, jornalista e professora, nasceu em 30 de agosto de 1973 (43 anos), em Bielefeld – Alemanha).
Começou a trabalhar a partir dos 14 anos em vários estabelecimentos de alimentação
Em 1991, abandonou a escola antes de terminar o ensino médio.
Começou a escrever em 1993 como jornalista freelancer e colunista de revistas como a Cosmopolitan, Penthouse, TV Filme, Frau im Trend.
Escreve thrillers, romances, artigos, contos e crônicas.
É mais conhecida como autora de “A Livraria Mágica de Paris” (The Little Paris 33Bookshop), um best seller internacional que foi traduzido em 33 idiomas a partir de 2015 e foram vendidas mais de 500.000 cópias. Permaneceu mais de um ano nas listas de livros mais vendidos da Alemanha e foi best seller na Itália, na Polônia, na Holanda e nos Estados Unidos, figurando várias semanas na lista do New York Times. Foi classificado entre os dez melhores romances na lista da revista Spiegel.
É uma novela semi-autobiográfica escrita após a morte de seu pai.
A primeira publicação foi em alemão como “Das Lavendelzimmer” em 2 de maio de 2013.
Publicou 26 livros (romances, mistérios e não-ficção), mais de uma centena de contos e cerca de 600 colunas em jornais.
Trabalhou como repórter policial, colunista e editora-chefe de uma ampla gama de publicações, incluindo Hamburger Abendblatt, Die Welt, Der Hamburger, bem como TV Movie e Federwelt.
Nina George é casada com o escritor Jens J. Kramer e divide seu tempo entre Hamburgo e a Bretanha.
É membro, dentre outras associações:
– do PEN International (promove a literatura e sua liberdade de expressão. Abrange mais de 100 países. É uma organização não-política reconhecida pela UNESCO. É conselheira de assuntos relacionados com os direitos autorais.);
– da Das Syndikat (associação de autores de crimes de língua alemã);
– da Associação dos Autores Alemães (VS);
– da Associação de Autores de Hamburgo (HAV);
– da BücherFrauen (Women in Publishing);
– da IACW / AIEP Of Crime Writers;
– da GEDOK (Associação de artistas femininas na Alemanha), e
– do PRO QUOTE e Lean In.
Faz parte da diretoria do Conselho de Escritores e Tradutores dos Três Mares (TSWTC), cujos membros vêm de 16 países.
Em 2014, pronunciou o discurso de abertura em Berlim, na Conferência dos Escritores Alemães, para 140 escritores presentes.
Ela ensina a escrever na Literaturbüro Unna, Alsterdamm Kunstschule, Wilhelmsburger Honigfabrik, onde ela treina jovens, adultos e autores profissionais.
Ela se mudou para Concarneau, na França, onde agora mora com seu marido.
Livros como Nina George
2013 – A Livraria Mágica de Paris
2010 – O Jogador da Lua, Knaur- premiado com o Delia 2011 – prêmio literário para o melhor romance alemão do ano anterior pelos Amigos da Literatura
2008 -Como é o Inferno,
2005 – O Vocabulário dos Homens
2003 -O Caminho do Guerreiro
2003 – Jack, Rainha
2001 – Nenhum Sexo, Nenhuma Cerveja
Livros com o pseudônimo de Anne West – sobre questões de amor, sexualidade e erotismo
2009 – O Que as Mulheres Sonham e Como Obtê-lo
2009 – Sexo para Esquiadores Avançados
2009 – Sentindo – o Sentimento
2009 – Sexo Absoluto
2007 – Deusas do Sexo Manual
2006 – Sexo de Um Dia
2006 – O Efeito de Venus
2004 – Histórias Sujas
2003 – Kamasutra Without Hernia, como co-autor.
Por que os Homens São tão Rápidos e as Mulheres só Fingem,
1998 – As Boas Meninas Fazem na cama – As Más, em Toda Parte.
Livro como Nina Kramer (seu nome de casada)
2008 – A Life Without Me – sobre a saúde reprodutiva das mulheres
Livros com o pseudônimo de Jean Bagnol – escreveu novelas policiais com seu marido
2015 – Comissário Mazan e o Anjo Cego
2013 – Comissário Mazan e os Herdeiros do Marquês
Em uma entrevista ela disse:
” Escrevo para entender melhor o que penso, para ver o mundo com mais clareza – e porque é como exprimo o meu desejo de criar, de mudar o mundo, o meu amor pela humanidade. Escrever para mim é uma maneira de me comunicar em todas as direções: comigo mesma e também com outras pessoas. É também traduzir as profundezas escuras da experiência humana em histórias para que outros possam aprender algo como tolerância e como se ver mais claramente.”
“É cada vez mais importante para os autores se envolverem nos dias de hoje. O movimento em direção ao conteúdo digital fez com que nosso trabalho perdesse valor. As taxas fixas, os contratos de compra total, a pirataria de livros eletrônicos e o preço de dumping levaram a sociedade a depreciar nossas conquistas, assim como o uso do nosso trabalho pelo Google Books e outros, o que é claramente ilegal de acordo com a legislação alemã. Não só a sociedade, mas também os políticos. As pessoas usam o nosso trabalho sem fornecer compensação adequada nem mesmo defender nossos direitos.”
“É por isso que estou lutando: impedir que nosso trabalho seja valorizado apenas com base no preço.”
Tel/fax 0049 3222 4277 353 – http://www.facebook.com/jeanbagnol
Nome: O amante japonês |

https://livroseraquetes.wordpress.com/2017/02/02/fotos-do-encontro-do-dia-02022017/
Nome: A vida invisível de Eurídice Gusmão |
Registro do encontro elaborado por Masumi. Vejam aqui o texto completo referente ao relato da reunião de 6/10/2016.
Ao apresentar o livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, Terezinha Accioly , aniversariante do mês, discorreu sobre a biografia da escritora e sobre o resumo do romance.
Andyara expôs fotos do Rio de Janeiro nos anos de 1920,1940 e 1960, épocas em que se passaram os acontecimentos do livro.
Vera Correia falou sobre todos os tipos de violência perpetrados contra a mulher em todas as classes e idades, segundo dados da Anistia Internacional (violencia-contra-mulher).
Em prosseguimento à reunião, passou-se à Roda de Fogo, quando as leitoras expuseram suas opiniões sobre a receptividade do livro, sendo positiva em sua maioria, e sobre os vários tipos de reação da mulher diante do comportamento masculino, no passado e no momento atual.
Apresentação do livro em Power Point. livros-e-raquetes-06outubro2016_final
Suely fez o registro dos melhores momentos. Vejam as fotos de nosso encontro.
‘A vida invisível de Eurídice Gusmão’ vence mostra Um Certo Olhar em Cannes
Adendo abril/2023: