REUNIÃO: A VIDA INVISIVEL DE EURIDICE GUSMÃO

DATA: 06/10/2016

Livro: A VIDA INVISIVEL DE EURIDICE GUSMÃO, DE MARTHA BATALHA.

PRESENÇA: 19 pessoas.

Ãs 18.35, dando inicio à reunião, Andiara apresentou os livros mais votados: “No Teu Deserto”, com 6 votos; “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, com 5 votos e “Uma Praça em Antuérpia”, com 3 votos.

“No Teu Deserto”, de Miguel Tavares, recebeu 9 votos.

Data da próxima reunião: 10 de novembro, quinta feira.

Sendo constatado que não há aniversariantes no mês de novembro, ficou decidido que o grupo das administradoras ficará responsável pela reunião.

Foram distribuídos convites para palestras do escritor Ricardo Ferrer, cujo tema é “Descubra o escritor dentro de você”.

Ao apresentar o livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, Terezinha Accioly , aniversariante do mês, discorreu sobre a biografia da escritora e sobre o resumo do romance.

Andyara expôs fotos do Rio de Janeiro nos anos de 1920,1940 e 1960, épocas em que se passaram os acontecimentos do livro.

Vera Correia falou sobre todos os tipos de violência perpetrados contra a mulher em todas as classes e idades, segundo dados da Anistia Internacional (poster).

Em prosseguimento à reunião, passou-se à Roda de Fogo, quando as leitoras expuseram suas opiniões sobre a receptividade do livro, sendo positiva em sua maioria, e sobre os vários tipos de reação da mulher diante do comportamento masculino, no passado e no momento atual.

Lanche.

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A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, de Martha Batalha

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Nome: A vida invisível de Eurídice Gusmão
Autor: Martha Batalha
Ano: 2016
Data do encontro: 06/10/2016
Apresentação por: Teresinha Acioly

Registro do encontro elaborado por Masumi. Vejam aqui o texto completo referente ao relato da reunião de 6/10/2016.

Ao apresentar o livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, Terezinha Accioly , aniversariante do mês, discorreu sobre a biografia da escritora e sobre o resumo do romance.

Andyara expôs fotos do Rio de Janeiro nos anos de 1920,1940 e 1960, épocas em que se passaram os acontecimentos do livro.

Vera Correia falou sobre todos os tipos de violência perpetrados contra a mulher em todas as classes e idades, segundo dados da Anistia Internacional (violencia-contra-mulher).

Em prosseguimento à reunião, passou-se à Roda de Fogo, quando as leitoras expuseram suas opiniões sobre a receptividade do livro, sendo positiva em sua maioria, e sobre os vários tipos de reação da mulher diante do comportamento masculino, no passado e no momento atual.

Apresentação do livro em Power Point. livros-e-raquetes-06outubro2016_final

Suely fez o registro dos melhores momentos. Vejam as fotos de nosso encontro.

Adendos  maio/2019:
https://www.artescetera.com.br/cinema/a-vida-invisivel-de-euridice-gusmao-tem-estreia-no-festival-de-cannes/?fbclid=IwAR1Kg0yGQUDnpgP9pM6uRLmX1MNJGlLU1OlHTXFNQkrAmz72lta4BNYpSlM

‘A vida invisível de Eurídice Gusmão’ vence mostra Um Certo Olhar em Cannes

https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2019/05/24/a-vida-invisivel-de-euridice-gusmao-vence-mostra-um-certo-olhar-em-cannes.ghtml?fbclid=IwAR1YF4VLZ4Xis_cKo6d66-ginE4cyMJJAdbXjLQicb5khpVNL-OlSz75qQg

Adendo abril/2023:

Lançamento do livro: Chuva de Papel

Faz cinco anos que estive no Porto, por Vera Correa

 

Faz cinco anos que estive no Porto

Recente viagem da Andreia me trouxe  lembranças de lá.

E me recordei também que, quando lemos Os Catadores de Conchas, de R. Pilcher, as apresentadoras Karla e Zezé pediram que levássemos registro de nossas heranças familiares, materiais ou imateriais.

Na ocasião, li o trecho final desta crônica:
http://primeirafonte.blogspot.com.br/2011/07/84-charing-cross-diario-de-bordo-porto.html?m=1

 

Faz…anos…

Rosete propôs outro mote para nos estimular a escrever:

Faz…anos…

A criação é livre, pode ser poesia, crônica, reflexões sobre fatos ou períodos da vida que nos marcaram. O tempo, também será o de cada uma… vidas, anos, meses, dias…



Rosete, em 17/09/2016

Faz 5 anos que não adentro em seus portões ,
As sombras das árvores fizeram um caramanchão de bonança .
Faz 5 anos que não adentro em seus portões ,
São tantas as folhas secas no chão que ao meu pisar soam como o repicar de um tamborim.
Faz 5 anos que não adentro em seus portões ,
Não reconheço os corredores , Mas os caminhantes se multiplicaram em gênero e número.
Faz 5 anos que não adentro em seus portões Parque Olhos d’água,
Te prometo não demorar mais 5, pois sei que tu continuarás aqui .
Eu quem sabe?



Vera Correa, em 26/09/2016

Faz cinco anos que estive no Porto

Recente viagem da Andreia me trouxe lembranças de lá.

E me recordei também que, quando lemos Os Catadores de Conchas, de R. Pilcher, as apresentadoras Karla e Zezé pediram que levássemos registro de nossas heranças familiares, materiais ou imateriais.

Na ocasião, li o trecho final desta crônica:
http://primeirafonte.blogspot.com.br/2011/07/84-charing-cross-diario-de-bordo-porto.html?m=1



 

Ana Brandalise, em 14/10/2106

Faz cinco minutos ou quarenta anos que aquelas músicas acompanhavam nossos sonhos?
Quantas tardes ficamos tentando traduzir e entender nosso poeta?
E como as palavras nos tocavam!
E o mundo era nosso e mudaríamos os paradigmas e viveríamos um tempo mais justo.
Um viva ao Bob Dylan por mais este prêmio, por questionar e representar tão fielmente nossa realidade e nossos sonhos.
Faz cinco minutos ou quarenta anos?

Faz Cinco Anos, por Rosete Carvalho

Faz 5 anos que não adentro em seus portões ,
As sombras das árvores fizeram um caramanchão de bonança .
Faz 5 anos que não adentro em seus portões ,
São tantas as folhas secas no chão que ao meu pisar soam como o repicar de um tamborim.
Faz 5 anos que não adentro em seus portões ,
Não reconheço os corredores , Mas os caminhantes se multiplicaram em gênero e número.
Faz 5 anos que não adentro em seus portões Parque Olhos d’água,
Te prometo não demorar mais 5, pois sei que tu continuarás aqui .
Eu quem sabe?

Além da Liberdade

Em tempos de intolerância política, de excessos de convicções sem provas e de provas sem convicções; este filme de 2012, que pode ser visto no Netflix, mostra como a suavidade unida à segurança, a ternura à força, o amor à tolerância, podem fazer que uma sociedade regida por um regime militar evolua à democracia.

Ao custo de sua liberdade, Aung San Suu Kyi, por Michelle Yeoh, e da convivência com a sua família, o marido Michael Aris , por David Thewlis, e os dois filhos, Kim, por Jonathan Raggett, e Alex, por Jonathan Woodhouse; Suu ao retornar, da Inglaterra, ao seu país de origem, Birmânia, ela encontra uma sociedade atolada em chacinas comandadas por oficiais contra todos que contestam o governo, prisões de civis mantidos em condições degradantes, dentre tudo mais de humilhante que permeia um governo eminentemente militar. Líderes locais a procuram para que ela lidere o movimento pela implementação da democracia e ela aceita ao custo de sua liberdade já que passa 15 anos em prisão domiciliar.

Com suavidade, leveza, segurança, força e ternura, Suu nos ensina que violência e intolerância se reproduzidas não cessarão jamais. Inclusive, suas posturas de não-violência são determinantes para que seja vencedora do prêmio Nobel da Paz em 1991. Hoje, atua como 1ª Conselheira de Estado de Myanmar (ex-Birmânia).

Em meio a tantas intolerâncias, este filme nos traz esperança! O poder do feminino sendo transformador de uma sociedade masculinamente adoecida.

Ficha técnica:

Direção: Luc Besson
Elenco: Michelle Yeoh, David Thewlis, Benedict Wong e outros
Gênero: Biografia, Drama
Nacionalidades: França, Reino unido

 

Update: Na coluna de hoje, 18/09, Leandro Karnal discorre sobre a gentileza e do quanto ela é necessária para uma sociedade: http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,gentileza-gera-gentileza,10000076501

A Balada de Adam Henry, de Ian McEwan – Contribuição da Rosete sobre questões médicas e religiosas.

Um dos casos julgados por Fiona foi a autorização do uso de transfusão de sangue para Adam Henry , adolescente de 17 anos, portador de leucemia aguda pós o uso de quimioterapia. A família , seguidores de Testemunhas de Jeová , e o próprio paciente não aceitam o uso da transfusão pois . Os médicos pedem para que Adam seja transfundido ,pois corre risco de morte. A decisão de Fiona foi favorável aos médicos e permitiu o uso de transfusão sanguínea . Concordei 100% com a decisão dela pois: 1- do ponto de vista religioso todos os versículos da Bíblia estudados pelos próprios bispos dos Testemunhas de Jeová usam a palavra comer sangue , o que pode nos rememorar de atos de canibalismos de povos do antigo testamento. O poder que o Sangue para eles é como se no sangue estivesse a nossa alma ou o nosso cerne , o que sabemos atualmente é que as transfusões de sangue regulam a nossa quantidade de líquido e a capacidade de transportar oxigênio pela quantidade de ferro que nos é injetada. 2- do ponto de vista médico o tratamento de uma leucemia do adulto com quimioterápicos potentes está totalmente associada ao uso de antibióticos e compostos sanguíneos sejam eles glóbulos vermelhos, brancos ou plaquetas. Não há como tratar este paciente se não puder fazer uso de um ou de outro. No caso do paciente ou parentes se negarem ao uso deles, cabe então aos médicos a decisão de não tratá-lo .