A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao

 

 

 

Nome: A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao
Autor: Junot Díaz
Tradução: Flávia Anderson
Ano: 2007
Data do encontro: 04/07/2019

 

As opiniões sobre o livro variaram bastante, trazendo cada vem mais compreensão da narrativa.

. Rosete enviou por escrito:
Adorei o livro !
1- revisão histórica da época de Trujillo e rivalidade RD e Haiti já marcam um livro escrito por um professor
2- sagas familiares sempre me encantam e apesar de não ser contada linearmente não me deixou confusa nunca
3- o drama de imigrantes , apesar dos jovens já terem nascido nos USA, concretiza o maior problema que é o de “não pertencer”
4 – o personagem que mais fala comigo é a Mãe e não Oscar
5- o modo de escrever curto e intercalado com palavras , ditados em espanhol com neologismos foram pontos altos do narrador
6- a grande busca de Oscar por um grande amor é comovente
7- a realização profissional do escritor sendo imigrante e a batalha dos personagens imigrantes comprova que um escritor pode sair da sua vida e dar vida maior aos seres imaginários
8 – como enquadrar todo o universo nerd , paixão com ficção científica com a irracionalidade da mitologia tipo “fuku” ?
9 – as denúncias de agressão sexual do autor comprovam para mim que não preciso gostar do autor e amar sua obra
Tinha muito para falar e gostaria de estar aí . Decididamente um dos grandes livros que li .

Vera Corrêa ressaltou o aspecto da linguagem usada e sua profunda adequação ao conteúdo.
Reconhecendo a enorme importância da tradução, trouxe as matérias a seguir:

Clique para acessar o 25340.PDF

http://www.blogdacompanhia.com.br/conteudos/visualizar/Semana-dos-Tradutores-Julia-Sanches

Virgínia nos mostrou as semelhanças do livro com a ópera Porgy and Bess de George Gershwin. Homem violento, mulher prostituta, protegida por um amor puro e frágil. Para saber mais clique aqui: porgy and bess
Também nos enviou suas anotações da leitura. Veja aqui:NOTAS SOBRE A FANTASTICA VIDA BREVE DE OSCAR-WAO

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O Eterno Marido

 

 

 

Nome: O Eterno Marido
Autor: Fiódor Dostoiévski
Tradução: Rubens Figueiredo
Ano: 1869
Data do encontro: 13/06/2019
Apresentação por: Renilda e Virgínia

Por Vera Correa

O ETERNO MARIDO, de F. Dostoievski.
Tradução
A edição da Editora 34 tem tradução de Boris Schnaiderman http://www.editora34.com.br/detalhe.asp?id=272

A nova edição, da Companhia das Letras, tem tradução de Rubens Figueiredo https://www.folhadelondrina.com.br/folha-2/obra-de-dostoievski-ganha-nova-traducao-417150.html

Desenvolvimento do encontro
Virgínia apresentou um apanhado da vida e obra de Dostoievski. Para ver a apresentação: DOSTOIEVISKI-BIOGRAFIA
Renilda falou de aspectos literários e da inserção da narrativa no contexto da Rússia de então. Clique aqui para saber mais: O ETERNO MARIDO

Roda de Fogo
As opiniões sobre o livro variaram bastante, sempre contribuindo para melhor entendimento da obra.
Rosete discorreu sobre as principais doenças que acometeram tanto o autor quanto seus personagens. Mostrou aspectos psicanalíticos que viriam a ser descritos por Freud e já presentes nos personagens e nas suas interações.
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O Doador de Memórias

 

 

Nome: O Doador de Memórias
Autor: Lois Lowry
Tradução: Maria Luiza Newlands
Ano: 1993
Data do encontro: 09/05/2019
Apresentação por: Regina Moura, Vera Correa, Luciana e Rosete

Por Vera Corrêa e Ana Brandalise

Desenvolvimento da reunião
. Regina Moura apresentou dados biográficos da autora. Para conhecer mais sobre ela: Lois Lowry
. Luciana discorreu sobre os sentidos humanos. Confira  em O DOADOR DE MEMÓRIAS
. Rosete falou dos aspectos fisiológicos da formação da memória e também abordou a temática da distopia.
. Vera Correa fez compilação de textos sobre utopia/distopia e coloca à disposição lista das principais obras literários e cinematográficas inspiradas na temática. Para ler clique em UTOPIA-DISTOPIA

A roda de fogo contou com apreciação das leitoras, sendo que a maioria não gostou do livro. Continuar lendo

A Menina da Montanha

 

 

 

Nome: A Menina da Montanha
Autor: Tara Westover
Tradução:  Angela Lobo de Andrade
Ano: 2018
Data do encontro: 04/04/2019

 

Por Vera Corrêa e Ana Brandalise

Não havendo apresentadoras, passamos diretamente às apreciações individuais. A maioria gostou bastante do livro, muitas ressaltando o desconforto trazido pela narrativa trágica, outras ressaltando as patologias dos personagens, outras relatando identificação com situações vividas. Enfim, unanimidade quanto ao valor do livro como revelador de realidade desconhecida e como motivador de reflexão.

Tivemos a colaboração de algumas participantes:

1-Vera Corrêa nos trouxe a discussão do ensino domiciliar. Para acessar Por Vera Corrêa

2-Regina Moura alguns comentários.Por Regina Moura

3-Rosete: “Pai fanático religioso versus psicopata?”Por Rosete

Deliberações da reunião:
Presentes: Renilda, Conceição, Regina, Andréia, Inocência, Bia Dornelles, Alice, Vera, Marilena, Rosete, Andyara, Teresa Lírio, Ana Brandalise.
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Nada

 

 

 

Nome: Nada
Autor: Carmen Laforet
Tradução: Rubia Prates Goldoni
Ano: 1945
Data do encontro: 14/03/2019
Apresentação por: Ana Brandalise, Maria Célia e Masumi

Registro, inserção de links e fotos, edição e publicação por Vera Correa e Ana Brandalise

Desenvolvimento da reunião

Maria Célia apresentou dados biográficos da autora, até então desconhecida pela maioria das leitoras. O conteúdo pode ser acessado aqui: Carmen Laforet

Massumi fez exposição sobre o histórico da civilização ibérica, contexto do livro é um resumo dos sentimentos que afloram na narrativa. Acesse aqui: ESPANHA, CIVILIZAÇÃO E SITUAÇÃO POLÍTICA

Ana Brandalise teceu considerações sobre a corrente de pensamento chamada tremendismo, em que o livro se insere. Para ver o conteúdo:  Tremendismo . Também fez apanhado sobre aspectos urbanísticos da cidade, apresentando diagramas e plantas do projeto que orientou a implantação da cidade. Para ver mais sobre o assunto  A rua Aribau e o plano Cerdà.

A roda de fogo trouxe depoimentos e reflexões de cada uma das leitoras. Ainda que a narrativa tenha trazido desconforto pela crueza da descrição de personagens e situações, houve, na maioria dos casos, reconhecimento do valor da escrita e que valeu muito a pena a sua leitura. Observou-se que possivelmente a boa tradução tenha contribuído para o encantamento com a escrita.

A tradução do livro físico é de Rubia Prates Goldoni  e há também uma tese de mestrado da USP  uma tradução feita por Estrella da Fonseca https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8145/tde-03092007-125840/publico/TESE_ESTRELLA_FONSECA.pdf

Em contraponto à narrativa angustiante de NADA, de Carmen Laforêt, o interessante relato de Vera Correa da saída de casa para estudar na Capital: https://primeirafonte.blogspot.com/2013/05/senhora-do-tempo.html?m=1&fbclid=IwAR3U1XPp8ciooXKV1qIibeRCUdkkmBe7h5xCkJcM1NesbyCC56CueXMyvXc

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